O Perigo das Paixões da Carne: Deus te entregou? (Romanos 1)

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O Perigo das PAIXÕES DA CARNE: Por que Deus Entrega o Homem? (Romanos 1)
Graça e paz do Senhor Jesus Cristo, amados filhos do Abba. É com imensa alegria que nos reunimos mais uma vez em torno da mesa posta pelo nosso Rei. Assim, Família Abba, como em uma família que preza pelo momento sagrado das refeições, nosso Pai Celestial nos convida diariamente a sentarmos juntos, em comunhão, para nos alimentarmos daquilo que é eterno, sólido e verdadeiro.
Hoje, nosso banquete espiritual nos leva a águas profundas. Vamos mergulhar no entendimento do apóstolo Paulo no livro de Romanos, compreendendo as raízes do nosso comportamento e a seriedade da disciplina divina.
O Conflito das Naturezas: Compreendendo “Pathos”
Antes de nascermos do alto, as atitudes deste mundo nos pareciam absolutamente normais. A carne, corrompida por sua natureza, dita as regras e transforma tudo o que é bom em algo distorcido.
Em Gálatas 5:24, lemos:
“E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências.”
A palavra grega para essas paixões é Pathos. Diferente da ideia romântica que temos da palavra paixão hoje, Pathos carrega o sentido de aflição, infortúnio e paixão depravada. É uma emoção que domina a mente para o mal. Quando nascemos do alto, passamos a sentir o peso e o sofrimento dessas atitudes, pois nossa nova natureza, o reino da luz, entra em colapso com a nossa velha carne, que é morada do pecado.
Por que Deus Entrega o Homem? (O Mistério de Paradidomi)
Ao estudarmos Romanos 1:26, nos deparamos com uma verdade dura, mas necessária: “Por causa disso, os entregou Deus a paixões infames…”
Mas por que Deus simplesmente “entrega” o ser humano? A palavra no grego é Paradidomi, que significa transferir, entregar à custódia, deixar aos cuidados de outro ou permitir que a maturidade da fruta traga o seu próprio resultado.
Nosso Pai Celestial é perfeitamente justo e misericordioso. Ele não nos trata com uma “bondade cega”, mas sim com um amor que corrige. Quando o homem, consciente da verdade, decide rejeitá-la continuamente, amando mais o desenfreio do que o limite seguro do seu Criador, e no caso de nós, nosso Abba Pai, Deus simplesmente retira a mão e permite que as consequências naturais (a roda da existência) ensinem através do rigor.
A Ira de Deus não é Ódio, é Preservação
Muitas vezes, a religiosidade pinta um quadro onde a ira de Deus (Orge, em grego) é um ódio descontrolado contra nós. Isso é uma mentira! Se Deus, em Sua onipotência, quisesse apenas aniquilar pecadores, a vida já teria sido varrida da face da Terra há muito tempo. A ira de Deus se revela contra a impiedade e a perversão que corrompem o que Ele criou com excelência. Ele age como um bom Criador e Pai, protegendo a casa para que os seus filhos não se destruam completamente.
Sentando-se à Mesa da Dignidade Celestial
Assim, no decorrer do nosso caminhar cristão, o Espírito Santo vai domando nossa natureza selvagem. Somos ensinados a ter o caráter de Cristo Jesus: moderado, polido, cuidadoso e santificado. Deixamos de agir com a “falta de cuidado” e os impulsos brutais deste mundo, e começamos a nos comportar como verdadeira realeza eterna.
Portanto, você está sendo convidado hoje a lapidar o seu caráter e a ocupar o seu lugar de honra no corpo do Senhor Jesus Cristo.
Venha se Alimentar!
Não fique apenas na superfície. Nós mergulhamos muito mais fundo nesse tema abençoado durante o nosso estudo em vídeo, abordando a leitura final de Efésios e a maravilha de estarmos enraizados no amor de Deus.
Assista ao estudo completo no vídeo abaixo e permita que o Espírito da Verdade ministre profundamente ao seu coração. Sente-se à mesa conosco!
O Senhor Jesus, o Bom Pastor, lhe convida para um café Segundo o Espírito da Verdade do Evangelho. Aceita?






