O Escândalo da Cruz: Como Crucificar a Carne e Anular o Pecado? | Estudo Bíblico

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O ESCÂNDALO da CRUZ: Como CRUCIFICAR A CARNE e Anular o Pecado?
Introdução: A Armadilha Divina
Amados irmãos e irmãs, é com o coração transbordante da graça que convidamos você a se sentar conosco à mesa do Senhor Jesus Cristo. Neste estudo conduzido pela Pastora Sandra Ribeiro e pelo irmão Vinícius, mergulhamos em um dos temas mais centrais e, ao mesmo tempo, mais confrontadores do Evangelho: a realidade da Cruz em nossa caminhada diária; o significado da palavra grega Stauros (Cruz) e sua aplicação prática em nossas vidas. Ao analisarmos Gálatas 5:11, nos deparamos com a expressão “o escândalo da cruz”.
A palavra original para escândalo é Skandalon, que remete ao gancho ou gatilho de uma armadilha. A cruz não foi apenas um instrumento de morte, mas a estratégia suprema de Deus — uma armadilha para capturar a natureza pecaminosa e destruir o poder da morte que pairava sobre a humanidade.
A Anulação do Velho Homem (Romanos 6)
O estudo inicia explorando o termo grego Stauros (Cruz). Em Gálatas 5:11, o apóstolo Paulo fala sobre o “escândalo da cruz”. A cruz foi uma armadilha (skandalon) para as trevas. O que o inimigo planejou para vergonha e destruição do Filho de Deus, o Pai usou para desfazê-lo, ou melhor, para usar o termo bíblico Katargeo: tornar inativo, inoperante e sem força.
A eficácia da cruz é descrita pela palavra grega Katargeo, que significa tornar inoperante, inativo ou desempregado. Quando Paulo escreve em Romanos 6:6:
“Sabendo isto, que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos.”
Quando compreendemos isso, percebemos que a cruz não é apenas um adorno, mas o local onde a dívida que tínhamos com a morte foi liquidada. Como bem pontuado na ministração: “O salário do pecado é a morte, e Jesus pagou essa dívida para que não precisássemos ser crucificados fisicamente, mas para que nosso velho homem fosse morto n’Ele.”, Pastora Sandra Ribeiro.
Assim, entendemos que o “patrão” pecado foi destituído de seu poder. Não se trata de uma autoflagelação física, mas de receber pela fé a obra que Cristo já consumou. A carne de Cristo recebeu a punição que a nossa carne merecia, pagando a dívida e nos libertando da jurisdição da morte.
A Batalha Diária: Carne vs. Espírito
Existe uma guerra civil dentro de cada cristão. A natureza humana (carne) e a natureza divina (Espírito) são opostas. O estudo destaca que a vitória depende de quem nós alimentamos. Se semearmos na carne, colheremos corrupção; se semearmos no Espírito, colheremos vida. Pois é o “leitinho espiritual” que vai nos tornando robustos para que a nossa alma governe o corpo sob a instrução do Espírito Santo; e o alimento sólido nos será dado somente quando estivermos prontos para tal.
O Coração como Fonte (Marcos 7)
Jesus ensinou que o que contamina o homem não é o que entra (comida), mas o que sai do seu coração.
“Pois do coração dos homens saem os maus pensamentos, as imoralidades sexuais, os roubos, os homicídios, os adultérios…” (Marcos 7:21)
Logo, a lei veio para dar nome a essas “coisas” que habitam o interior humano, revelando que a cobiça, a inveja e o orgulho são tão reais e destrutivos quanto atos físicos.
A Dieta da Maturidade Espiritual
Como, então, viver essa liberdade na prática? A resposta está na nutrição espiritual. Assim como um bebê precisa de leite genuíno para crescer, nossa nova natureza precisa da Palavra de Deus.
A Pastora Sandra Ribeiro utiliza a analogia do “engrossar o leite”. Porque começamos com o básico, mas à medida que meditamos e praticamos a verdade, nossa alma se torna robusta, capaz de discernir e rejeitar as obras da carne. Não somos mais escravos de impulsos antigos; somos livres para servir à justiça.
Conclusão
Não podemos anular o poder da cruz vivendo como se o sangue de Jesus Cristo fosse inútil. Quando dizemos “eu não consigo vencer o pecado”, estamos dando força a uma natureza que Deus já declarou morta. Portanto, irmãos, fomos comprados por alto preço. Hoje, não somos mais escravos da carne, mas escravos da justiça. Que nossas almas sejam santificadas na verdade, pois a Palavra do Pai é a própria verdade que nos liberta.
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