Comer a Carne de Jesus: Estudo de João 6 e Gálatas 5 | Comunhão dos santos

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Estudo Bíblico: O Significado Espiritual de Comer a Carne de Jesus e a Crucificação da Natureza Carnal em Gálatas 5
Amados irmãos e irmãs, graça e paz do nosso Senhor Jesus! É com o coração transbordando de alegria e reverência que convidamos você para se assentar à mesa conosco, para a Comunhão dos santos vamos cear para a glória do Senhor Jesus!
Em nossa caminhada espiritual rumo à maturidade, deparamo-nos com mistérios que, aos olhos naturais, parecem indecifráveis, mas que, sob a luz do Espírito da Verdade, revelam-se como o mais doce e nutritivo dos banquetes.
Neste estudo bíblico profundo conduzido pela Pastora e Professora Sandra Ribeiro e pelo irmão Vinícius, mergulhamos na essência de João 6 e Gálatas 5 para compreender o que Jesus realmente quis dizer ao nos convidar a comer de Sua carne. Este não é um convite literal, mas uma convocação espiritual para a vida eterna.
A Natureza da Carne (Sarx) e a Luta Espiritual
A Palavra nos diz em Gálatas 5:24:
“Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne com as suas paixões e os seus desejos”.
Mas o que isso realmente quer dizer em nossa vida diária?
A Pastora explica o termo grego Sarx (G4561). Ela fala de nosso sangue, ossos, tecido muscular abaixo da pele, a nossa natureza terrena, vulnerável, e da inclinação natural do ser humano para o pecado que está separado da influência divina em sua parte natural.
Ponto Chave: A carne é a porta de conexão com o pecado. Sem o Espírito, somos escravos de desejos que nos afastam do Pai. A crucificação da carne no Senhor Jesus Cristo é a nossa única via de liberdade.
Foi por causa dessa fragilidade que a nossa carne tornou-se uma “porta”, um meio de conexão que o mundo e as trevas tentam usar para nos afastar do Pai. Lembre-se do que aconteceu com Judas na última Ceia.
O Pão Vivo que Desceu do Céu: João 6
Jesus afirma categoricamente em João 6:51:
“Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Se alguém dele comer, viverá eternamente. E o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne”
A análise destaca que Jesus forneceu vida inclusive aos que o rejeitaram, demonstrando Sua glória através de curas e milagres físicos. No entanto, a natureza carnal (exemplificada em Judas) muitas vezes recebe a “honra” do pão, mas usa essa força para trair o Espírito. O Senhor Jesus lhe serviu o pão, concedendo-lhe uma honraria, mas a natureza carnal de Judas pegou a dádiva de Deus e a usou para a traição. Quantas vezes a nossa carne tenta fazer o mesmo, desviando o que o Espírito nos dá para satisfazer desejos terrenos? É por isso que ela precisava ser crucificada com Cristo!
O Cordeiro Que Nos Devolve a Vida
Naquela época, os judeus se escandalizaram. Eles conheciam as Escrituras de Gênesis a Malaquias, mas apenas na letra. Faltava-lhes o Espírito. Eles perguntavam: “Como pode este dar-nos a comer a sua própria carne?” Eles não compreenderam que a morte espiritual — a separação eterna de Deus — só poderia ser vencida por um sacrifício perfeito.
Meus amados, Jesus não tinha pecado. Ele não merecia a morte. Mas Ele voluntariamente entregou a Sua carne pura para ser moída em favor da nossa carne doente. Ele derramou o Seu sangue imaculado porque o nosso precisava ser lavado.
Mortos-Vivos: A Diferença entre Vida Biológica e Espiritual
Uma das partes mais impactantes do estudo trata da condição humana sem Deus. Segundo a Pastora Sandra Ribeiro, estar vivo biologicamente não garante “vida” aos olhos de Deus.
“Se não comerdes a carne do filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tendes vida em vós mesmos” (João 6:53).
Sem a âncora no Espírito Santo, a alma está nua e morta, pois a vida verdadeira é aquela que subsiste além do fôlego biológico.
1 Coríntios 6: Unidos em um Só Espírito
Então, o estudo avança para a distinção entre união carnal e espiritual. Enquanto o pecado une o homem à prostituição da carne, aquele que se une ao Senhor Jesus torna-se um só Espírito com Ele. Essa união é o que garante a ressurreição no último dia.
O Banquete da Ceia do Senhor Jesus
Assim, quando participamos da Ceia do Senhor Jesus, não estamos cumprindo apenas um rito religioso vazio. Estamos nos alimentando da própria Vida de Cristo!
Comer a Sua carne significa internalizar a Sua Palavra, ouvir, crer e deixar que a vida dEle substitua a nossa fraqueza. Significa receber cura para as nossas feridas físicas e emocionais, pois “pelas Suas pisaduras fomos sarados”. Beber o Seu sangue é nos apropriarmos da nova e eterna aliança, onde somos lavados, perdoados e justificados diante do Pai.
Muitas almas andam por aí, vivas fisicamente, mas mortas por dentro, nuas e carentes de pastoreio. Mas o Senhor Jesus está batendo à porta do seu coração hoje, não para acusar, mas para oferecer sustento. Ele deseja lhe dar vestes de justiça e alimento que sacia para a vida eterna.
Portanto, não permita que a distração deste mundo roube a sua herança. Venha desfrutar dos direitos do Seu testamento deixado na cruz, pelo nosso Senhor Jesus!
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