FÉ vs. OBRAS: O Que Realmente Salva? A Verdade

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Dando continuidade à nossa jornada pelas Escrituras, mergulhamos em Segundo o Espírito da Verdade do Evangelho para compreender a profundidade de 1 Timóteo. Conectando-se ao estudo de Gálatas 5:22 sobre o fruto do Espírito — especificamente a fidelidade (Pistis) — a Pastora Sandra Ribeiro e o irmão Vinícius nos conduzem a um entendimento lógico-espiritual sobre o que realmente sustenta a vida cristã: a fé genuína ou o esforço humano?
Neste estudo, dissecamos 1 Timóteo 1 e 2, confrontando fábulas, entendendo o papel das obras e o chamado à santificação.
O Perigo das Fábulas e Genealogias (1 Timóteo 1:4)
O apóstolo Paulo adverte Timóteo: “Não se ocupem com fábulas e genealogias sem fim”. No estudo, fomos alertados sobre como gastamos nosso tempo. Muitas vezes, o cristão se perde em discussões que não levam a lugar algum, focando em hierarquias humanas ou entretenimento vazio (fábulas modernas, como filmes e séries) para tentar entender o mundo espiritual.
A estratégia do inimigo é trazer confusão. Deus, porém, nos chama para um conhecimento mediante as Escrituras, por meio d’Ele mesmo. Então, não devemos buscar revelação em “histórias inventadas”, mas na lógica do Espírito Santo.
Culto Racional: A Lógica de Deus vs. Emoções Humanas
Uma das chaves deste estudo é a compreensão de que Deus é a própria ordem e lógica. O irmão Vinícius enfatiza que não devemos ser guiados por sentimentos, arrepios ou emoções passageiras.
A verdadeira adoração é racional. O Espírito Santo ensina a nossa mente a reinar sobre as emoções. Quando confundimos a vontade de Deus com nossos próprios sentimentos ou inseguranças, ficamos vulneráveis. O Pai nos guarda através da razão do Espírito, que nos ensina a manusear o conhecimento com sabedoria.
Fé e Obras: Colocando a Carroça no Lugar Certo
Este é o cerne da questão que confunde muitos cristãos sinceros, como enfatizou a pastora Sandra Ribeiro. Afinal, a fé sem obras é morta? Sim, mas é preciso entender a ordem dos fatores para não cair no orgulho humano.
O Exemplo de Abel e Abraão
Por que a oferta de Caim foi rejeitada e a de Abel aceita? A diferença foi a fé. Assim, ninguém pode se orgulhar diante de Deus por suas obras, pois, sem o Espírito Santo, todas as obras são “mortas”.
Abraão creu, e isso lhe foi imputado como justiça. As obras de Abraão foram uma consequência da sua fé, não a causa da sua salvação.
Efésios 2 e a Ação do Espírito
Conforme explicado no estudo:
- Nós não fazemos boas obras para sermos salvos.
- Nós somos salvos (pela graça, mediante a fé) para, então, praticarmos boas obras.
O “conectivo” essencial entre a fé e a obra é o Espírito Santo. É Ele quem produz o querer e o realizar. Portanto, tentar fazer o bem sem ter nascido de novo é apenas esforço carnal.
O Tribunal de Cristo: Deus Não Está Passivo
Um alerta severo foi dado durante a ministração: não confunda a paciência de Deus com inércia.
Muitos acreditam que, sob a Graça, Deus apenas “perdoa tudo” e não julga. No entanto, o estudo bíblico reforça que todos compareceremos diante do Tribunal de Cristo.
“Não se enganem: de Deus não se zomba. O que o homem plantar, isso também colherá.”
Haverá prestação de contas, inclusive sobre as “palavras inúteis” que proferimos. A vida cristã exige responsabilidade. Deus discerne intenções e corações, e a justiça d’Ele é perfeita.
A Imutabilidade da Verdade em Tempos Modernos
A pastora Sandra Ribeiro trouxe uma reflexão importante sobre a atualidade. Vivemos na era da Inteligência Artificial e da relatividade, onde a verdade parece fluida. Contudo, a Inteligência Artificial é apenas um banco de dados de conhecimento humano acumulado. Ela não pode receber revelação de Deus.
A Palavra de Deus é imutável. Logo, tentativas de “atualizar” a Bíblia para agradar a cultura moderna são rejeitadas pelo Espírito da Verdade. A Verdade não muda; o que precisa mudar é o nosso entendimento para se alinhar a ela.
A Mulher, a Maternidade e a Santificação (1 Timóteo 2:15)
Finalizando com um texto muitas vezes polêmico, o estudo esclarece que a “salvação através da missão de mãe” não se refere à redenção da alma (que é apenas por Cristo), mas à preservação e santificação no lar.
Assim, a mulher cristã tem o poder e a responsabilidade de gerar e, principalmente, educar seus filhos no caminho do Senhor Jesus Cristo. Em um mundo que inverte valores, a mãe deve ter “bom senso”, fé e amor para que seus filhos não cresçam como “bichinhos” soltos no mundo, mas como santos de Deus. Portanto, é um chamado para criar filhos para o Reino, e não para o sistema deste mundo.
Assista ao Estudo Completo:





