Os Dois Ladrões e o Cordeiro Pascal: A Verdade Bíblica Revelada

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A Verdade sobre os Dois Ladrões e o Cordeiro Pascal: Estudo de Gálatas e João
Muitas vezes, lemos os relatos da crucificação focados apenas no sofrimento físico de Cristo, mas deixamos escapar os detalhes proféticos que provam Sua divindade. No estudo bíblico desta semana, mergulhamos profundamente em Gálatas 5, Marcos 15 e João 19 para entender a batalha espiritual travada no Calvário.
Da atitude dos dois ladrões ao ato final dos soldados romanos, cada detalhe foi considerado, pesado e aproveitado mediante a preciência de Deus que já sabia o que cada um faria e já deixou ecrito muito antes de acontecer, para cumprir as Escrituras. Você está pronto para ver além da letra e entender Escritura Segundo o Espírito da Verdade do Evangelho?
Crucificando a Carne: O Significado de Stauros
Iniciamos nosso estudo bíblico em Gálatas 5:24, que nos diz:
“Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne com as suas paixões e os seus desejos.”
Entender a crucificação exige compreender o instrumento de tortura. A palavra grega Stauros (cruz) não era apenas um símbolo religioso, mas um instrumento de punição ignominiosa. Contudo, para nós, tornou-se o lugar onde a nossa velha natureza foi sentenciada.
O Mistério dos Dois Ladrões
Em Marcos 15:32, vemos que “também os que com ele foram crucificados o insultavam”. Isso gera uma dúvida comum: ambos insultaram ou apenas um?
A análise espiritual nos revela a progressão do arrependimento. Inicialmente, a rejeição humana a Deus é total. O ladrão que se arrepende (mencionado em Lucas) representa o milagre do novo nascimento:
- A Natureza Carnal: Tende a rejeitar a Deus e zombar da Sua autoridade.
- O Arrependimento: É a mudança de mente (metanoia) que reconhece a justiça de Deus e a própria culpa.
Portanto, aquele ladrão não foi salvo por obras, pois estava pregado e imóvel. Ele foi salvo pela fé ao reconhecer o Rei de Israel ao seu lado.
A Soberba de Exigir Sinais
Os religiosos diziam: “Desça agora da cruz… para que vejamos e creiamos”. Eles condicionavam a fé à submissão de Deus às suas ordens.
Reflexão: Quantas vezes não agimos como esses religiosos, dizendo que só creremos se Deus fizer exatamente o que queremos, na hora que queremos? Deus não se submete a caprichos humanos; Ele cumpre o Seu propósito eterno.
O Cordeiro Pascal e a Profecia dos Ossos
Talvez o ponto mais impressionante deste estudo esteja em João 19:31-36. Os judeus pediram a Pilatos que as pernas dos crucificados fossem quebradas para acelerar a morte antes do sábado.
Os soldados quebraram as pernas do primeiro e do segundo ladrão. Mas, ao chegarem a Jesus, viram que já estava morto. Por que isso é vital?
- Êxodo 12:46: A lei sobre o Cordeiro Pascal dizia: “Nem lhe quebrareis osso nenhum”.
- Salmos 34:20: “Preserva-lhe todos os ossos…”
Assim, se os soldados tivessem agido por impulso ou padrão, teriam quebrado as pernas de Jesus, invalidando a profecia de que Ele era o Cordeiro de Deus perfeito. Deus soberanamente impediu que isso acontecesse. Em vez disso, um soldado perfurou Seu lado, cumprindo outra profecia: “Olharão para aquele a quem traspassaram” (Zacarias 12:10).
Os Nascidos do Espírito
Concluímos entendendo que, assim como Adão foi feito e caiu, a partir dele todos nascem em pecado que está alojado na carne e por isso o resultado é a morte. Todavia, através da obra do Senhor Jesus Cristo, nós morremos para o pecado e nascemos de novo, legitimamente, como filhos de Deus, filhos do Espírito Santo (que é o Senhor Jesus Cristo), nascemos de novo. 1 Coríntios 15:50 nos alerta que “carne e sangue não podem herdar o reino de Deus”.
“Amigos, eu preciso enfatizar que a vida natural, terrena, não nos leva ao Reino de Deus. Sua própria “natureza” é morrer. Portanto, ela não poderia terminar “naturalmente” na Vida do Reino, que dura para sempre.” 1 Coríntios 15:50 A Mensagem
Portanto, a obra de Jesus Cristo na cruz garantiu que nossa natureza corruptível pudesse ser revestida da incorruptível. Não foi um acidente histórico; foi o plano perfeito de redenção.
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